Crônicas

Por menos joguinhos nas relações

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Não confunda suas tentativas com a falta de interesse que as pessoas tentam ter quando fazem joguinhos. Não querer ligar no dia seguinte do seu encontro porque tem medo do que ele vai pensar é normal, dúvidas surgem nesse meio, mas fazer disso um meio de conquista está totalmente fora de questão! Não é não ligando para ele depois que isso vai fazer você se elevar a um valor maior. O fato de você sempre olhar o telefone quando passa já é um motivo pra você ligar logo e parar com esse joguinho de conquista.

Se você quer, vai. Se não quer, deixa.

Esse seu orgulho desavisado não tem nada a ver com amor próprio. Já passou do tempo em que o homem deve mostrar interesse na mulher e conquistá-la. Nós podemos, sem dúvida alguma, entrar na conquista.

No início podemos pensar que realmente queremos essa pessoa, mas é só pelo desafio de não tê-la. É só para tentar, inutilmente, conseguir algo dela. E quanto mais você tenta, mas ela pode não querer porque talvez, assim, só pra avisar mesmo, ela deve estar cansada dessas suas tentativas. Porque vamos cair na real, tentativas em vão não trazem resultado. Não insista. Não jogue. Não perturbe. Não tente, desesperadamente, conseguir algo dela ou dele, quando tá na cara que será só por uma noite. Isso vale para ambas as partes.

Podem me chamar de boba, mas eu ainda vou preferir o amor real. Aquele que conquistamos de fato, e não jogamos como se fôssemos crianças a procura do próximo brinquedo. Curti, me diverti, vamos ver se tem outro. Eu sou a favor das piscadas, da paquera, dos sorrisos tímidos, da segunda intenção, desde que essa intenção permaneça muito além de um mês. Desde que esse mês recaia em todos os seus anos e assim vai…

Se declare quando você bem quiser, goste quando bem entender, ligue quando sentir saudade e ame sem medo de esperar isso. A gente vai se entregando, não pra quem quiser, mas com o passar do tempo a gente entende, sempre acabamos nos entregando pra quem realmente merece.

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  • Marcele Campos 08 de março de 2016

    Muito verdadeiro isso! Não podemos ter medo de amar, não podemos confundir amor, dedicação, bem querer com carência e falta de amor próprio. Declaremo-nos mais!!!